CAPACIDADE DE COMUNICAR: UM DOM DE DEUS
A capacidade de comunicar não é privilégio de poucos, mas uma dádiva que Deus oferece ao ser humano. E dentre a capacidade de comunicar está a fala. É com ela que nos expressamos verbalmente. Pela fala somos entendidos e atendidos. Mas existem os métodos para aperfeiçoar esse dom que Deus nos deu.
A comunicação tem diversas facetas e não está relacionada só à fala, mas as expressões faciais e corporais, os gestos e nossas ações. A nossa maneira de falar, de vestir e de agir, também transmite mensagem a nosso respeito.
Cada indivíduo é um comunicador e cada um se expressa da maneira como absorve o conhecimento, segundo a realidade em que vive. Pelas observações e conteúdos acessados desenvolve sua linha de pensamento sobre as coisas. Daí, pode-se considerar que a comunicação que desenvolvemos, tem muito a ver com a nossa história, experiência e o repertório que vamos acumulando ao longo da vida. Por isso a comunicação está sempre em movimento. Ela reproduz seu tempo e seu momento. A comunicação que transmitimos aos outros também é individualizada. A criatividade e talento contam muito na comunicação individualizada, pois cada pessoa passa um pouco de si mesma ao se comunicar também com o público aberto. O comunicador passa a ser reconhecido pela maneira de se apresentar, pela característica própria como comanda sua apresentação, pelo carisma, pela sua marca.
O comunicador deve estar plenamente envolvido com as ferramentas disponíveis para que a transmissão de sua mensagem ganhe corpo e alcance objetivos. A comunicação alcança seu objetivo quando o que é transmitido é absorvido e retransmitido pelo receptor. É a reprodução dos conteúdos que se materializa num comportamento, numa maneira de pensar e refletir.
É importante usar a linguagem certa, no momento certo, para que do transmissor ao receptor não haja “ruídos” ou algo que venha causar dúvidas em relação ao que se transmite. A linguagem deve ser clara, direta, sem conotações dúbias.
Cada um de nós vai acumulando seu repertório à medida que vai crescendo, se desenvolvendo. Esse repertório é formado por tudo aquilo que vemos, ouvimos, sentimos, observamos, comparamos, experimentamos. Não há nada de científico nem profundo nisso. É fato. E todos nós passamos por experiências, sejam agradáveis ou não. Algumas bem semelhantes a outras e cada pessoa desenvolve sua maneira peculiar de lidar com seus sentimentos, emoções e percepções das coisas. É a experiência que nos ensina. Com ela aprendemos a viver melhor, a rever nossos erros, a buscar acertos, a avançar na busca por algo mais nobre e elevado. Entre as boas coisas da vida está o compartilhar de experiências vividas. Com esse compartilhar, podemos descobrir que não estamos distantes da realidade que outros vivem, e que, o que passamos hoje, muitos, antes de nós, passaram. Isso pode servir de incentivo e motivação para acreditarmos naquilo que fazemos e realizamos e, através dos exemplos, que caminhos poderemos trilhar com segurança. Mas tomar apenas os exemplos dos outros como motivação, seria como “pescar em aquário”. Por um lado é muito cômodo, mas por outro, deixamos de experimentar nossos próprios desafios no “grande mar” dessa vida e viver a nossa própria experiência. Nem sempre o que acontece aos outros, acontecerá a nós da mesma maneira ou com a mesma intensidade. Não devemos correr o risco de sermos parasitas ideológicos, em vez de idealistas.
As experiências dos outros podem ensinar muito; mas nada melhor que aprendermos com nossas próprias experiências e de acordo com a nossa realidade.
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